Pesquisadores da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, fizeram uma pirâmide (figura acima) voltada a orientar pessoas de 18 a 64 anos a incluir o exercício físico no dia dia-a-dia. Na base da pirâmide se encontram as atividades que devem ser exercitadas com maior freqüência e, mais acima, as que devem ser evitadas.
Tarefas cotidianas como ciclismo, caminhada, jardinagem e afazeres domésticos já constituem exercícios físicos e devem ser privilegiadas com relação ao tempo e a freqüência. Novos hábitos como o abandono do controle remoto, a substituição do carro pela bicicleta em alguns dias da semana e descer do ônibus um ponto antes do habitual já são o início da fuga do sedentarismo.
No segundo degrau da pirâmide estão os exercícios aeróbicos, como a prática de esportes (dentre eles o Tênis, a natação, o basquete e a corrida), que dão condicionamento físico. Os cientistas recomendam 2h30 destes exercícios em ritmo moderado por semana (ou 1h15 em ritmo vigoroso). A formação de um grupo para a prática de esportes é um dos caminhos para a inserção destas atividades no cotidiano.
Musculação, abdominal, ioga e alongamento são atividades de flexibilidade e força que ocupam o terceiro degrau. Para os exercícios de força são recomendadas uma ou duas séries (de 8 a 12 repetições) duas vezes por semana. Já exercícios de flexibilidade devem ocupar 20 minutos semanais. Para quem não quer ou não pode pagar academia tem se tornado uma boa alternativa a ação (embora escassa) do poder público de criar academias nos parques.
Conclui-se que não é necessário ser atleta para evitar o sedentarismo, pois, os exercícios são facilmente inclusos no